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A arqueologia do presente e a questão do sujeito no pensamento de Giorgio Agamben

  • Paz, Caio [1]
    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Griot: revista de filosofía, ISSN 2178-1036, Vol. 22, Nº. 3, 2022, págs. 278-291
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The archaeology of the present and the question of the subject in the thought of Giorgio Agamben
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Este artigo propõe mostrar como a arqueologia agambeniana se realiza por meio de um movimento duplo que, a um só tempo, exibe a tradição a partir de um paradigma excepcional. É possível pensar aqui em um jogo de palavras, já que, habitualmente, a palavra paradigma é usada como sinônimo de modelo e, nesse sentido, a exceção foi o que modelou aquilo que a tradição transmitiu e, igualmente, recalcou. No entanto, com seu gesto característico, Agamben remete a palavra paradigma ao seu sentido etimológico, como “aquilo que se mostra ao lado”, e confere a ela um sentido estratégico na sua arqueologia. Como o exemplo, o paradigma exibe o funcionamento e o pertencimento de algo sem que pertença a isso que é exibido, mostrando-se ao lado, subtraindo o seu pertencimento a uma regra. Isso que ele exibe é a estrutura excepcional da tradição, remetendo também a palavra exceção ao seu sentido etimológico, “capturada fora”. Esse sentido, que define a exceção enquanto tal, é usado para caracterizar a maneira como a tradição operou pressupondo uma origem. Essa pressuposição de uma dimensão originária, anterior a toda suposição, destinou como um fundamento subjacente, o sub iectum, isto é, o problema do sujeito.

    • English

      This article proposes to show how the Agambenian archaeology takes place through a double movement that, at one and the same time, displays tradition from an exceptional paradigm. It is possible to think here of a play on words, since the word paradigm is usually used as a synonym for model and, in this sense, the exception is what models that which tradition has transmitted and, equally, repressed. However, with his characteristic gesture, Agamben takes the word paradigm back to its etymological sense, as "that which is shown alongside", and gives it a strategic meaning in his archaeology. Like the example, the paradigm displays the functioning and belonging of something without belonging to that which is displayed, showing itself alongside, subtracting its belonging to a rule. What it displays is the exceptional structure of tradition, also referring the word exception to its etymological sense, "caught outside". This sense, which defines the exception as such, is used to characterise the way in which tradition operated by presupposing an origin. This presupposition of an originary dimension, prior to all supposition, destined as an underlying foundation, the sub iectum, that is, the problem of the subject.


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