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Visitando a terra gêmea moral

    1. [1] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Griot: revista de filosofía, ISSN 2178-1036, Vol. 22, Nº. 3, 2022, págs. 102-115
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Visiting moral twin earth
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This paper aims to examine the assumptions of Moral Twin Earth, an argument formulated by Terence Horgan and Mark Timmons with the intention of refuting the realistic naturalistic proposal of moral known as Cornell’s realism. The Moral Twin Earth provides some intuitive evidence that terms naming moral kinds are not rigid designators of natural properties and, therefore, it is not possible to offer a naturalistic definition for them, which is supposed to be a Cornell’s realism claim. However, in this paper, I try to demonstrate that Cornell’s realism does not assume rigid designation relations between terms for moral kinds and natural properties to support its naturalistic thesis. Instead of the identity relation between moral and natural kinds that would be brought about by the rigid designation, Cornell’s realism maintains only the metaphysical thesis that moral kinds are constituted or realized by natural properties which leaves it open the possibility of multiple realization of moral kinds. As Cornell’s realism does not commit itself with the semantic thesis that Horgan and Timmons criticize, then the Moral Twin Earth does not seem to offer an objection to this moral realism.

    • português

      Este texto pretende examinar os pressupostos da Terra-gêmea-moral, argumento formulado por Terence Horgan e Mark Timmons com intenção de refutar a proposta realista naturalista da moral conhecida como realismo de Cornell. A Terra-gêmea-moral fornece alguma evidência intuitiva de que termos que nomeiam tipos morais não são designadores rígidos de propriedades naturais e que, portanto, não é possível oferecer uma definição naturalista para eles, o que deveria ser um comprometimento do realismo de Cornell. Entretanto, neste texto, procuramos demonstrar que o realismo de Cornell não se compromete com relações de designação rígida entre termos para tipos morais e propriedades naturais para sustentar sua postura naturalista. Em vez da relação de identidade entre tipos morais e naturais que seria trazida pela designação rígida, o realismo de Cornell mantém apenas a tese metafísica segundo a qual tipos morais são constituídos ou realizados por propriedades naturais deixando aberta a possibilidade de múltipla realização dos tipos morais. Como o realismo de Cornell não se compromete com a tese semântica que Horgan e Timmons criticam, então a Terra-gêmea-moral não parece oferecer uma objeção à posição realista.


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