Resumen: El presente artículo tiene como objetivo analizar las prácticas de ritos de iniciación y de lobolo desde una perspectiva de género y vulneración de los derechos de los menores. Desde el punto de vista metodológico, se procedió con un enfoque cualitativo transversal, participaron 18 iniciados, 17 informantes clave y 5 profesionales mediante la realización de entrevistas individuales. Los resultados del estudio demostraron que las prácticas de losritos de iniciación y del lobolo son esenciales en la construcción de las identidades individuales y colectivas, refuerzan la cohesión social en un contexto intrafamiliar y comunitario y, es una escuela que prepara a las personas para la vida sexual, social y matrimonial. El análisis de contenido de los informes verbales permitió concluir que existe una influencia de los rituales, específicamente de las enseñanzas vinculadas a estas prácticas, como preponderante en la estructuración, instrumentalización y naturalización de la violencia de género y vulneración de los derechos de los menores.
Abstract: This article aims to analyze the practices of initiation rites and lobolo from a gender perspective and violation of the rights of minors. From the methodological point of view, a cross-sectional qualitative approach was used with the participation of 18 initiates, 17 key informants, and 5 professionals through individual interviews. The results of the study showed that the practices of initiation rites and lobolo are essential in the construction of individual and collective identities, reinforce social cohesion in an intrafamily and community context, and are a school that prepares people for sexual, social and marital life. The content analysis of the verbal reports made it possible to conclude that there is an influence of the rituals, specifically of the teachings related to these practices as preponderant in the structuring, instrumentalization, and naturalization of gender violence and the violation of the rights of minors.
Resumo: O presente artigo tem como objetivo analisar as práticas dos ritos de iniciação e do lobolo à partir da perspectiva de gênero e vulneração dos direitos dos menores. Do ponto de vista metodológico, procedeu-se com um enfoque qualitativo transversal, participaram 18 iniciados, 17 informantes-chave e, 5 profissionais, mediante a realização de entrevistas individuais. Os resultados do estudo demostraram que, as práticas dos ritos de iniciação e do lobolo são essenciais na construção de identidades individuais e coletivas, reforçam a coesão social em um contexto intrafamiliar e comunitário e, é uma escola que prepara as pessoas para a vida sexual, social e matrimonial. A análise de conteúdo dos relatos verbais permitiu concluir que há influência dos rituais, especificamente, os ensinamentos vinculados a estas práticas como preponderantes na estruturação, instrumentalização e naturalização da violência de gênero e vulneração dos direitos dos menores.
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