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Aspectos da estrutura ocupacional de uma região pesqueira do Ceará

  • Autores: Luís de Gonzaga Mendes Chaves
  • Localización: Revista de Ciências Sociais: RCS, ISSN-e 2318-4620, Vol. 3, Nº. 1, 1972, págs. 63-76
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Foi objeto básico de estudo para este trabalho a vila de Almofala, onde estivemos demoradamente em 1967/ 68 e no início de 1970. Trata- se de lugar litorâneo e pesqueiro situado cerca de 250 quilômetros ao norte da Capital do Estado do Ceará, pertencendo administrativamente na qualidade de vila ao município de Acaraú de cujo distrito- sede está afastada 42 quilômetros para o leste. Está inserida numa área geográfica de cerca de 63 km2, a partir do mar, a qual também se denomina Almofala. Trata-se de terra concedida originalmente aos índios Tremembés, habitantes daquele local, por alvará do rei português, datado dos fins do século XVII ou início do século XVIII, por solicitação de sacerdotes jesuítas, a fim de poderem aldear os índios. Essa área ainda hoje é chamada de vez em quando de "aldeamento". Temos assim a "Grande Almofala", correspondente a esse aldeamento, com vários núcleos de casas dispersas dentro dele, que são: 1) a "pequena Almofala" composta de 3 pequena ruas- as quais convencionalmente denomino ruas do Centro, do Norte e do Sul - distendidas de leste a oeste, a meio quilômetro do mar, além de várias casas dispersas na praia; 2) alguns sítios com nomes próprios como Panã, Barro Vermelho, Lameirão, Torrões, Brejo, todos em volta da "pequena Almofala", que a vila central.


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