Este artigo científico, resultante de pesquisa vinculada ao PIBIC-UESPI, e situado na linha de pesquisa que estuda a ficção brasileira contemporânea, analisa as obras Biofobia, Mastigando humanos e Feriado de mim mesmo, romances adultos do escritor Santiago Nazarian. Estuda as anteriormente citadas obras através das pistas deixadas pelo próprio autor, que utilizou a expressão “existencialismo bizarro” para referir-se a sua obra. Desenvolve uma discussão sobre os temas do existencialismo, do bizarro e do uso da metaficção enquanto aspectos representativos na literatura contemporânea e que se fazem presentes em Nazarian. Realiza leituras aprofundadas dos romances Biofobia, Mastigando humanos e Feriado de mim mesmo com o intuito de perceber traços estilísticos distintivos, recorrências temáticas e preocupações formais. Discute temas como o fracasso, a solidão e a incapacidade de adaptação dos personagens de Santiago Nazarian. Apresenta ainda uma breve biobibliografia de Santiago Nazarian para uma melhor compreensão da trajetória do autor. Utiliza, por fim, a pesquisa bibliográfica e documental como estratégias de coleta de dados, apoiando-se esta análise em autores tais como Oliveira (2011), Santos (2005), Reichmann (2006) e Schollhammer (2009).
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados