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Intentionality, Conceptual Content, and Emotions

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Paraná

      Pontifícia Universidade Católica do Paraná

      Brasil

  • Localización: Revista de filosofía Aurora, ISSN-e 2965-1565, ISSN 2965-1557, Vol. 31, Nº. 54, 2019, págs. 833-847
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Intencionalidade, Conteúdo Conceitual e Emoções
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The present study aims at supporting the argument that emotions, unlike a physicalistic interpretation, cannot be reduced to the conceptual elements used in the communication or exteriorization process. The subject is based on two hypotheses: the first is that the relation between the issuance of an emotive content (emotion) and a possible mental representation presents a linguistic nature. In general terms, this means that an emotion, or the psychological content associated with it is based on the plot of other concepts. The second hypothesis is that it is not possible to refer to emotions without considering cognition from a semantic problem and, consequently, in the refusal of a realistic or anti-realistic posture in relation to the way the phenomena - internal and/or external to our consciousness - are referred. Thus, a conceptual model to understand emotions would be essential to settle the problem associated with ordinary language, realism, and the computational tendencies that comprehend the mental content in strictly syntactic terms.

    • português

      O argumento que pretendemos sustentar neste artigo é que as emoções, diferentemente de uma interpretação fisicalista, não são redutíveis aos elementos conceituais utilizados no processo de comunicação ou exteriorização. Esta questão está alicerçada por duas hipóteses: a primeira, de que a relação entre a emissão de um conteúdo emotivo (emoção) e uma possível representação mental é de caráter linguístico. Isso significa, em termo gerais, que uma emoção, ou o conteúdo psicológico estáassociado, ou alicerça-se sobre a trama de outros conceitos. A segunda hipótese é de que não é possível fazermos referência às emoções se não tomarmos a cognição a partir de um problema semântico e, consequentemente, na rejeição de uma postura realista ou antirrealista acerca domodo como nos referirmos aos fenômenos internos e/ou externos à nossa consciência. Assim, um modelo conceitual para compreensão das emoções seria imprescindível para redimir o problema associado à linguagem ordinária, ao realismo e às tendências computacionais que compreendem o conteúdo mental em termos estritamente sintáticos.


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