Socorro, Portugal
A partir de la obra documental de António Campos, se discute aquí la vocación etnográfica de su cine. A partir de materiales recopilados para el rodaje de Falamos de António Campos, película que realicé en 2009, discuto aquí la singularidad del camino de este director y, por otro lado, la forma en que su cine se alió a una determinada manera de representar el país. Una de las características que recorren su obra es esa idea de un cine que, aunque muchas veces fue construido en torno a la idea del pasado —imaginado, construido y seleccionado—, remite a un futuro en el que, finalmente, será tomado como testimonio de un país determinado
Starting from the documentary films of António Campos, the ethnographic vocation of his cinema is discussed here. Based on materials collected for the filming of Falamos de António Campos, a film I made in 2009, I discuss here the singularity of this director’s path and, on the other hand, how his cinema was allied to a certain way of representing the country. One of the characteristics that run through his work is this idea of a cinema that, although often built around the idea of the past — imagined, constructed, and selected —, refers to a future in which, finally, it will be taken as a testimony of a certain country
On discute ici de la vocation ethnographique du travail cinématographique et documentaire d’António Campos. À partir de matériaux collectés pour le tournage de Falamos de António Campos, un film que j’ai réalisé en 2009, j’aborde ici la singularité du parcours de ce réalisateur et, d’autre part, la manière dont son cinéma s’est allié à une certaine manière de représenter le pays. L’une des caractéristiques qui traverse son travail est cette idée d’un cinéma qui, bien que souvent construit autour de l’idée du passé – imaginé, construit et sélectionné –, renvoie à un futur dans lequel, enfin, il sera pris comme témoignage d’un certain pays.
Partindo do trabalho documental de António Campos discute-se aqui a vocação etnográfica do seu cinema. Partindo de materiais recolhidos para as filmagens de Falamos de António Campos, filme que realizei em 2009, discuto aqui a singularidade do percurso deste realizador e, por outro lado, a forma como o seu cinema se aliou a uma certa forma de representar o país. Uma das características que atravessam a sua obra é essa ideia de um cinema que, embora muitas vezes construído em torno da ideia do passado — imaginado, construído e selecionado —, se remete para um futuro em que, enfim, será tomado como testemunho de um certo país.
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