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A ciência moderna e o cansaço da vida: pensamentos sobre a finalidade da ciência e a estética de Fernando Pessoa

    1. [1] Universidade Federal de Sergipe
  • Localización: Teoliterária, ISSN-e 2236-9937, Vol. 12, Nº. 26, 2022 (Ejemplar dedicado a: Temas de Teologias e Literaturas), págs. 53-75
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The modern science and the tiredness of life: thoughts about the aim of science and Fernando Pessoa’ esthetic
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The modern science has been offering many tools for control and manipulation of nature and man, but although of overjoyed speeches, there is still irrationality in the use of scientific instruments and products. For this reason, it is conducive for academics, especially those who work with theological texts and / or religious discourses, to think about the hermeneutic wear and tear that the modern scientific model has presented, and to what extent it is possible to recover the creative breath of science through the revitalization of discourse. philosophical and literary. The purpose of this text is a essay and seeks to analyze modern science within ancient philosophical issues that go back even to the common origins between theology and philosophy. To do so, it starts from a short text written by Fernando Pessoa as a way of calling into question the feelings of restlessness that all modern life raises within human beings, Pessoa’s aesthetics keeps a unique type of mysticism, something that internalizes the changes of the modern mentality inaugurated by the discoveries of modern science and at the same time shows a certain intellectual malaise in face of a reality charged with the fates and boredom of life.

    • português

      A ciência moderna tem oferecido muitas ferramentas de controle e manipulação da natureza e dos homens, mas a despeito dos discursos entusiastas ainda se nota negacionismos e irracionalidade no uso de instrumentos e produtos científicos. Por isso, é propício aos acadêmicos, sobretudo àqueles que trabalham com textos teológicos e/ou discursos religiosos pensar sobre o desgaste hermenêutico que o modelo científico moderno tem apresentado, e até que ponto é possível recuperar o fôlego criativo da ciência através da revitalização do discurso filosófico e literário. O objetivo deste texto é ensaístico e procura analisar a ciência moderna dentro de questões filosóficas antigas que remontam inclusive as origens comuns entre teologia e filosofia. Para tanto parte-se de um pequeno texto escrito por Fernando Pessoa como forma de pôr em questão os sentimentos de inquietação que toda a vida moderna suscita dentro dos seres humanos, a estética de Pessoa guarda um tipo único de misticismo, algo que internaliza as mudanças da mentalidade moderna inaugurada pelas descobertas da ciência moderna e ao mesmo tempo mostra um certo mal-estar intelectual frente a uma realidade carregada dos fados e enfados da vida.


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