Introduction: Obesity is a prevalent condition in the routine of medical care at all levels of health care, however, there are few national studies on the most frequent dermatoses in this population. Objective: This study aimed to evaluate the skin condition of the obese population and compare it with non-obese patients from the public health system. Materials and Methods: Quantitative cross-sectional study in which 60 overweight and obese adults (BMI ≥ 30 kg/m2) and 60 with normal BMI (18.5 - 24.9 kg/m2) of both sexes from the internal medicine clinics were evaluated during the second half of 2015, randomly selected, separated into case and control groups. Results: There was a predominance of female patients (75%), aged 56.3 years, white, sedentary, with incomplete primary education. The three most prevalent dermatoses in the group of cases were stretch marks (57.4%), and the most affected region of the body was the abdomen, with 82.9%; ruby nevus (52.5%) and superficial venous insufficiency (41%). Discussion: The findings indicate a high frequency of dermatoses in obese individuals. These patients need adequate follow-up as there is the possibility of preventing dermatological and systemic changes. Conclusion: All physicians need to be trained in the diagnosis of these conditions. Cases with specific surgical or cosmiatric clinical needs should be referred for dermatological management in order to reduce risks, damage and discomfort.
Introdução: A obesidade é condição prevalente na rotina da assistência médica em todos os níveis da atenção à saúde, entretanto, existem poucos estudos nacionais sobre as dermatoses mais frequentes neste público. Objetivo: Este trabalho buscou avaliar a condição cutânea da população de obesos e comparar com pacientes não obesos, procedentes do sistema público de saúde. Materiais e Métodos: Estudo quantitativo transversal onde foram avaliados 60 adultos com sobrepeso e obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2) e 60 com IMC normal (18,5 - 24,9 kg/m2) de ambos os sexos dos ambulatórios de clínica médica durante o segundo semestre de 2015, selecionados aleatoriamente, separados em grupos de caso e controle. Resultados: Predominaram pacientes do sexo feminino (75%), na faixa etária de 56,3 anos, brancas, sedentárias, com ensino fundamental incompleto. As três dermatoses mais prevalentes no grupo dos casos foram estrias (57,4%), e a região do corpo mais acometida foi o abdômen, com 82,9%; nevo rubi (52,5%) e insuficiência venosa superficial (41%). Discussão: Os achados apontam alta frequência de dermatoses nos obesos. Estes pacientes necessitam de acompanhamento adequado visto que existe a possibilidade de prevenção das alterações dermatológicas e sistêmicas. Conclusão: Todos os médicos precisam ser treinados para o diagnóstico dessas afecções. Casos com necessidades clínicas cirúrgicas ou cosmiátricas específicas devem ser encaminhados para manejo dermatológico visando reduzir riscos, danos e desconfortos.
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