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Prevalência de insatisfação corporal e risco de transtornos alimentares em alunos concluintes de nutrição

    1. [1] Centro Universitário de Volta Redonda, Volta Redonda-RJ, Brasil.
  • Localización: RBONE - Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, ISSN-e 1981-9919, Vol. 16, Nº. 100, 2022, págs. 28-37
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Prevalence of body image dissatisfaction and risk of eating disorders in nutrition students
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Body image dissatisfaction and pressure to have a beautiful body that could serve as professional marketing makes the nutrition course student a strong candidate for developing eating disorders. The aim of this study was to verify the prevalence of risk of eating disorders in nutrition students, as well as to assess body satisfaction and the view of the importance of physical appearance in professional practice. This is a cross-sectional study with nutrition students from a private college in Rio de Janeiro, Brazil. A questionnaire was used to define the profile of the sample, the silhouette scale to verify body image dissatisfaction and the EAT-26 to measure the risk of developing eating disorders. In total 20 students participated, with a mean age of 22.7 ± 2.1 years and mostly female (n=17). There was a predominance of body image dissatisfaction (70%), and most students interviewed want to lose weight (n=13). The median score of the EAT-26 was 11.5 points (1-28), with 20% (n=4) of prevalence for the appearance of eating disorders. The risk of eating disorder was correlated with age (r=0.49; p=0.02) and association with having children (U=15.5; p=0.04). It’s concluded that the fact that students feel pressure to have an aesthetically beautiful body depending on the chosen profession is worrying, as the search for this ideal can trigger practices that will result in eating disorders.

    • português

      A insatisfação com a imagem corporal e a pressão para ter um corpo bonito que poderá servir de marketing profissional torna o aluno do curso de nutrição um forte candidato a desenvolver transtornos alimentares. O objetivo do presente estudo foi verificar a prevalência do risco de transtornos alimentares em alunos de nutrição, bem como avaliar a satisfação corporal e a visão da importância da aparência física na prática profissional. Trata-se de uma pesquisa transversal, com alunos do último período da graduação em Nutrição de uma instituição privado localizada no interior do Estado do Rio de Janeiro. Utilizou-se um questionário para traçar o perfil da amostra, a escala de silhueta para verificar a insatisfação corporal e o EAT-26 para mensurar o risco de desenvolvimento de transtornos alimentares. Ao total, participaram 20 acadêmicos, com média de idade foi de 22,7 + 2,1 anos e maioria do sexo feminino (n=17). Houve predomínio de insatisfação corporal (70%), e a maioria dos estudantes entrevistados deseja emagrecimento (n=13). A mediana de pontuação do EAT-26 foi de 11,5 pontos (1-28), com 20% (n=4) de prevalência para surgimento de transtornos alimentares. O risco de transtorno alimentar teve correlação com idade (r=0,49; p=0,02) e associação com ter filhos (U=15,5; p=0,04). Conclui-se que é preocupante o fato dos acadêmicos sentirem-se pressão para ter um corpo esteticamente bonito em função da profissão escolhida, pois a busca por este ideal pode desencadear práticas que resultarão em transtornos alimentares.


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