El desplazamiento interno forzado es un fenómeno complejo que vulnera los derechos de las personas; quienes lo viven tienen características que acentúan todavía más la desigualdad y su vulnerabilidad a vivir en situación de pobreza, más específicamente a las mujeres jefas de familia e hijos. El objetivo de este artículo es analizar si la intersección de hogares con jefatura femenina y el desplazamiento interno forzado pone en mayor riesgo de vivir pobreza a las mujeres jefas de familia y sus hijos. Metodología: Se realizó una revisión sistematizada y, para ello, se utilizó el método de la declaración PRISMA, el cual permite un análisis crítico del material recuperado. La búsqueda exhaustiva de información se realizó en bases de datos electrónicas como Scopus, Web of Science, ESBOC y Redalyc. Resultados: Las mujeres asumieron la jefatura de sus hogares tras la violencia ejercida por grupos criminales a sus cónyuges, por transformación de roles de género y/o por violencia familiar, asimismo, se encontró que huir de sus comunidades adquiere para el colectivo femenino un significado de salvaguardar su vida y la de sus hijos, es decir, se convierte en una estrategia de sobrevivencia. Conclusiones: El estudio corrobora que la intersección de hogares con jefatura femenina y desplazamiento forzado efectivamente pone en mayor riesgo de vivir pobreza a los hogares con jefatura femenina y sus hijos.
Forced internal displacement is a complex phenomenon that violates people's rights; those who experience it have characteristics that further accentuate inequality and their vulnerability to living in poverty, more specifically women heads of households and children. The objective of this article is to analyze whether the intersection of female-headed households and forced internal displacement puts women heads of households and their children at greater risk of living in poverty. Methodology: A systematic review was carried out and, for this, the PRISMA declaration method was used, which allows a critical analysis of the recovered material. The exhaustive search for information was carried out in electronic databases such as Scopus, Web of Science, ESBOC and Redalyc. Results: The women assumed the leadership of their homes after the violence exerted by criminal groups on their spouses, due to the transformation of gender roles and/or family violence, likewise, it was found that fleeing from their communities acquires a significant meaning for the female group. to safeguard their life and that of their children, that is, it becomes a survival strategy. Conclusions: The study corroborates that the intersection of female-headed households and forced displacement effectively puts female-headed households and their children at greater risk of living in poverty.
O deslocamento interno forçado é um fenômeno complexo que viola os direitos das pessoas; aqueles que a vivenciam apresentam características que acentuam ainda mais a desigualdade e sua vulnerabilidade à pobreza, mais especificamente as mulheres chefes de família e crianças. O objetivo deste artigo é analisar se a intersecção de famílias chefiadas por mulheres e deslocamento interno forçado coloca as mulheres chefes de família e seus filhos em maior risco de viver na pobreza. Metodologia: Foi realizada uma revisão sistemática e, para isso, foi utilizado o método de declaração PRISMA, que permite uma análise crítica do material recuperado. A busca exaustiva das informações foi realizada em bases de dados eletrônicas como Scopus, Web of Science, ESBOC e Redalyc. Resultados: As mulheres assumiram a liderança de seus lares após a violência exercida por grupos criminosos sobre seus cônjuges, devido à transformação dos papéis de gênero e/ou violência familiar, da mesma forma, constatou-se que a fuga de suas comunidades adquire um significado significativo para as mulheres. coletivo feminino para resguardar sua vida e a de seus filhos, ou seja, torna-se uma estratégia de sobrevivência. Conclusões: O estudo corrobora que a intersecção de famílias chefiadas por mulheres e deslocamento forçado coloca efetivamente as famílias chefiadas por mulheres e seus filhos em maior risco de viver na pobreza.
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