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Causas de morte materna no estado do Espírito Santo: tendência, espacialidade e incompatibilidades

    1. [1] Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória
    2. [2] Universidade Federal do Espírito Santo-UFES
  • Localización: Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde - RBPS, ISSN-e 2446-5410, Vol. 23, Nº. 3, 2021, págs. 71-80
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Causes of maternal death in the Espírito Santo state, Brazil: trend, spaciality and incompatibilities
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Introduction: Since the 1970s, several laws and programs have been developed with the aim of strengthening the maternal and child health policy, however maternal death, mainly from preventable causes, remains an important public health problem. Objective: To describe the temporal trend of maternal mortality in Espírito Santo (ES) in the spatial and main causes, from 2006 to 2015. Methods: The maternal deaths identified in the Mortality Information System were categorized by cause. After the identification of causes, of deaths were classified as direct and indirect. Results: The average age at which maternal death occurred was 27.9 ± 7.5 standard deviation and median age of 28. The majority of the deaths were brown women (57,8%), single women (57,4%), housewives (43.7%), and four to 11 years of study (78,1%), with predominance of deaths in the puerperal period (63,1%). The biggest reasons for maternal death were in small municipalities (<14 thousand inhabitants). The most common causes of death were related to hypertensive (21.2%) and hemorrhagic syndromes in the first half of pregnancy (14.9%) and complications in the puerperium (8.6%). The incompatibilities after the investigation of deaths by the Maternal Death Committee were 27% (90 deaths). Conclusion: The most vulnerable women were the ones who died the most, so the analysis of maternal deaths is essential for qualifying health care and reducing preventable deaths.

    • português

      Introdução: Desde a década de 1970, várias leis e programas foram desenvolvidos com o objetivo de fortalecer a política de saúde materno-infantil, entretanto a morte materna, principalmente por causas evitáveis, continua sendo um importante problema de saúde pública. Objetivo: Descrever descrever a tendência temporal da mortalidade materna no Espírito Santo (ES) nos aspectos espacial e principais causas, no período de 2006 a 2015. Métodos: Os óbitos maternos identificados no Sistema de Informação de Mortalidade foram categorizados por causa. Após a identificação das causas, os óbitos foram classificados em diretos e indiretos. Resultados: A média etária foi de 27,9 + 7,5. Mortes de mulheres pardas (57,8%), solteiras (57,4%), donas de casa (43,7%) e com 4 a 11 anos de estudo (78,1%), no período puerperal (63,1%) foram mais frequentes. As maiores das razões de morte materna foram nos municípios de pequeno porte (<14 mil habitantes). As causas de morte mais comuns foram relacionadas às síndromes hipertensivas (21,2%), hemorrágicas (14,9%) e complicações no puerpério (8,6%). As incompatibilidades após a investigação dos óbitos pelo Comitê de Morte Materna foram de 27% (90 óbitos). Conclusão: As mulheres mais vulneráveis foram as que mais morreram, por isso a análise das mortes maternas é essencial para qualificação da atenção à saúde e redução das mortes evitáveis.


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