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Band in a Girl: devir-mulher nas timbragens do rock independente brasileiro

    1. [1] Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul
  • Localización: Estudos Semióticos, ISSN-e 1980-4016, Vol. 17, Nº. 3, 2021 (Ejemplar dedicado a: Dossiê temático "Semiótica, Música e Canção"), págs. 233-249
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Band in a Girl: becoming-woman in Brazilian indie rock's timbres
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This paper derives from the project Timbre as affect in Brazilian indie rock: a semiotic approach, in which we seek to comprehend how timbre is able to communicate through affective processes in music. It is observed as forces, intensities, sensations that can be either potentialities or the action of a body towards another. In particular, we seek to reflect on how questions referring to feminine and feminism affect and are affected by timbres and its processes of singularization in Brazilian indie rock. We mapped the work of female musicians inserted in the aforementioned genre's scene (2015-2020), watching live shows, sound records and semistructured interviews we have conducted with them. We questioned them about economic, political, aesthetic and affective issues regarding their music compositions and its timbral properties. With the support of the philosophy of difference of Deleuze and Guattari, we recognize in the statements and sonorities of the compositions a becoming-woman that expresses itself through the timbres and disrupts gender normativities. In conclusion, we found that the female musicians compose with their musical equipment a desiring-machine that expresses itself affectively through timbral singularities.

    • português

      Este texto deriva da pesquisa O timbre como afeto no rock independente brasileiro: uma abordagem semiótica, na qual objetivamos entender como o timbre, na música, é capaz de se comunicar através de processos afetivos, sendo compreendido como forças, intensidades, sensações que podem tanto ser potencialidades quanto a ação de um corpo sobre outro. Em particular, pretendemos refletir aqui sobre como questões referentes ao feminino e o feminismo afetam e são afetadas pelos processos de singularização de timbragens no gênero em questão. Mapeamos a obra de musicistas inseridas no circuito do rock independente brasileiro contemporâneo (2015-2020), a partir da observação de shows ao vivo, registros fonográficos e entrevistas semiestruturadas que realizamos com as artistas, passando por questões econômicas, políticas, estéticas e afetivas da música. Apoiados na filosofia da diferença de Deleuze e Guattari, reconhecemos, em seus depoimentos e na sonoridade de suas composições, um devir-mulher que se expressa nas timbragens e que rompe com normatividades de gênero. Melhor do que isso, as musicistas compõem com os equipamentos musicais uma máquina desejante que se expressa afetivamente através de timbragens singulares.


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