Depois da visita de João Paulo II fica a sensação de um terremoto social e espiritual. Há que fazer um esforço para não cair nas apologias ou na superestimação «triunfalista» da importância da Igreja e do carisma de seu chefe. Um balanço crítico deve assimilar os aspectos fecundos do evento, sem mistificá-los, tirando algumas conclusões...
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