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El concepto de división del trabajo es ampliamente analizado en la obra clásica de Adam Smith, La riqueza de las naciones (1776), y tiene una función clave en su teoría del desarrollo económico. Como crítico del liberalismo, Karl Polanyi no hace mucho uso de este concepto socioeconómico en sus obras, aunque transmite la concepción general de Smith a lo largo de La Gran Transformación (1944). Por ello, es necessário realizar uma revisión del uso y percepción por parte de ambos autores del concepto de división del trabajo. Este estudio compara los marcos analíticos de Smith y Polanyi en relación a sus puntos de vista sobre la división del trabajo y trata de encontrar afinidades en sus metodologías y enfoques de los fenómenos económicos.
O conceito de divisão do trabalho é amplamente discutido na obra clássica de Adam Smith, A Riqueza das Nações (1776), e tem uma função fundamental em sua teoria do desenvolvimento econômico. Como uma crítica rigorosa do liberalismo, Karl Polanyi não faz muito uso desse conceito socioeconômico em suas obras, enquanto transmite o entendimento geral de Smith ao longo de A Grande Transformação (1944). Isso exige uma revisão do uso e percepção dos dois estudiosos do conceito de divisão do trabalho. Em retrospectiva, este estudo compara os arcabouços analíticos de Smith e Polanyi a partir de suas visões sobre a divisão do trabalho e tenta encontrar afinidades em suas metodologias e abordagens dos fenômenos econômicos.
The concept of the division of labour is comprehensively discussed in Adam Smith’s classic work, The Wealth of Nations (1776), and it holds a key function in his theory of economic development. As a rigorous critique of liberalism, Karl Polanyi does not make use of this socio-economic concept very much in his works, while he conveys Smith’s general understanding throughout The Great Transformation (1944). This calls for a review of the two scholars use and perception of the concept of the division of labour. In retrospect, this study compares the analytical frameworks of Smith and Polanyi based upon their views on the division of labour and tries to find affinities in their methodologies and approaches to economic phenomena.
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