Quer abra o seu diário, quer siga o jornal internacional na televisão, o homem moderno — qualquer que seja — toma contacto com a humanidade inteira. Ele pode percebê-lo ou não, acomodar-se ou inquietar-se, sentir-se interpelado ou esmagado diante da amplitude e da complexidade dos problemas que se põem, os fatos estão aí: cada vez menos ele poderá escapar ao seu destino de ser universal (unido com outros na direção de e à procura de) a não ser que se minta conscientemente ou tente tranquilizar-se num passado superado. A vida não olha para trás nem se atrasa com ontem: ela é uma esperança em frente de nós e uma tarefa para cada um de nós...
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