Indubitavelmente as reflexões de Chenu concernentes ao trabalho trazem as marcas do mesmo otimismo verificado em outros aspectos de sua teologia. Ele decanta o mundo do trabalho com um certo lirismo que, à primeira vista, poderia parecer ingénuo. Entretanto, nascido da sua concepção do homem e do universo, esse é um otimismo que poderíamos classificar de razoável e realista. Chenu está bem consciente de que o homem-trabalhador encontra-se sempre a braços com a alienação e a opressão nascidas tanto das próprias estruturas inerentes ao trabalho hoje, como das superestruturas de um mundo dominado pelo capitalismo e pelo marxismo...
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