Este manifiesto de subjetividades territoriales ofrece tres miradas al territorio que insertan una relación de reciprocidad entre arte y territorio, postulando la construcción de una categoría que definimos como territorio tránsito, categoría tue está representada de manera tanto física como simbólica. De los diálogos que se han venido desarrollando en tiempos recientes en torno a la deriva de lo urbano a lo rural nace la búsqueda constante por comprender la simbiosis entre habitares, devenires e identidades. Así, dentro de esta exploración surge el acto de crear y ser creado, como una declaración de territorio que sumerge en la formación subjetiva de los cuerpos como formas, materia maleable abordada desde la colectividad. En este sentido, el hábitat natural fue cuestionado cuando el arte se convirtió en intérprete de vidas y definió los territorios como una construcción dinámica dada en sociedad.
This manifesto of territorial subjectivities offers three views on territory, which imply a relationship of reciprocity. The first view will be referred to as art-territory. Secondly, we postulate the construction of a category that we define as transit territory. This is a category that is represented both physically and symbolically. Thirdly, in recent times, a dialogue has been developing around the drift from the urban to the rural, and from this conversation has arisen the constant search to understand the symbiosis located within inhabit-becomingidentity. Thus, within this exploration the act of creating and being created emerges. This article claims that this act can be understood as a declaration of a territory that immerses us in the subjective formation of bodies, as forms of malleable matter. Thus, the article argues that the natural habitat was questioned when art became the interpreter of life and territories as a dynamic construction in society were defined.
Este manifesto de subjetividades territoriais oferece três visões ao território que inserem uma relação de reciprocidade entre arte e território, postulando a construção de uma categoria que definimos como território trânsito, categoria que está representada de maneira tanto física como simbólica. Dos diálogos que têm vindo a desenvolver-se em tempos recentes em torno da deriva do urbano ao rural nasce a busca constante de compreender a simbiose entre habitares, devires e identidades. Assim, dentro desta exploração emerge o ato de criar e ser criado, como uma declaração de território que mergulha na formação subjetiva dos corpos como formas, matéria maleável abordada a partir da coletividade. Neste sentido, o habitat natural foi questionado quando a arte se converteu em intérprete de vidas e definiu os territórios como uma construção dinâmica dada em sociedade.
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