The aim of this article is to comprehend how the intermedial procedure remix is used in literature to assign a new look to rewritings of literary works. To do so, we situate the notions of adaptation and appropriation as forms of rewriting based on the proposals of Linda Hutcheon (2013), Julie Sanders (2006) and Adrienne Rich (1972). Then, we present the concept of remix within a culture of global activity, according to Eduardo Navas (2012, 2018), David J. Gunkel (2016) and Owen Gallagher (2018). Due to its wide scope, we associate the remix with the notion of traveling concept, as proposed by Mieke Bal (2002). Finally, we delimit the affordances, as proposed by Lars Elleström (2017), of musical remix, investigating how characteristics linked to music remixing are integrated to literature, through the analysis of samples transported from Jane Austen’s Pride and Prejudice (1813) to Ibi Zoboi’s literary remix Pride (2018).
Este artigo tem como objetivo compreender como o procedimento midiático remix é utilizado na literatura para atribuir nova roupagem a reescritas de obras literárias. Para tal, situamos as noções de adaptação e apropriação como formas de reescrita a partir das propostas de Linda Hutcheon (2013), Julie Sanders (2006) e Adrienne Rich (1972). Apresentamos, então, o conceito de remix dentro de uma cultura de atividade global, de acordo com Eduardo Navas (2012, 2018), David J. Gunkel (2016) e Owen Gallagher (2018). Devido a sua abrangência, associamos o remix com a noção de “travelling concept”, nos moldes de Mieke Bal (2002). Por fim, delimitamos as especificidades, conforme proposto por Lars Elleström (2017), do remix musical, investigando como características ligadas à remixagem musical são transportadas para a literatura. Para tal, analisamos samples transportados de Orgulho e Preconceito (1813), de Jane Austen, para o remix literário Orgulho (2019), de Ibi Zoboi.
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados