La cárcel se configura como un escenario de amenaza, un contexto disruptivo que somete a la persona y que altera necesidades básicas como la salud. Mediante un enfoque fenomenológico-hermenéutico, a partir de entrevistas semi-estructuradas, se explora el impacto que producen las condiciones de encierro sobre la salud psicoemocional y social autopercibida. Se problematiza a partir de la narrativa de la aflicción y se identifican posibles saberes y recursos de autoatención que, frente a malestares y estresores que condicionan la salud autopercibida, elaboran las personas presas como explicación del padecimiento o como búsqueda de alivio.
A prisão configura-se como um cenário de ameaça, um contexto disruptivo que sujeita a pessoa e altera necessidades básicas como a saúde. Através de uma abordagem fenomenológico-hermenêutica, baseada em entrevistas semiestruturadas, explora-se o impacto das condições de confinamento na autopercepção da saúde psicoemocional e social. Problematiza-se a partir da narrativa da aflição e identificam-se possíveis recursos de conhecimento e autocuidado que, diante dos desconfortos e estressores que condicionam a autopercepção da saúde, são elaborados pelos presos como explicação da condição ou como busca de alívio.
La presó es configura com un escenari d'amenaça, un context disruptiu que sotmet la persona i que altera necessitats bàsiques com ara la salut. Mitjançant un enfocament fenomenològic-hermenèutic, a partir d'entrevistes semiestructurades, s'explora l'impacte que produeixen les condicions de tancament sobre la salut psicoemocional i social autopercebuda. Es problematitza a partir de la narrativa de l'aflicció i s'identifiquen possibles sabers i recursos d'autoatenció que, davant de malestars i estressors que condicionen la salut autopercebuda, elaboren les persones preses com a explicació del patiment o com a cerca d'alleujament.
Prison is configured as a threat scenario, a disruptive context that subjects the person and alters basic needs such as health. Through a phenomenological-hermeneutic approach, based on semi-structured interviews, the impact of confinement conditions on self-perceived psycho-emotional and social health is explored. It is problematized from the narrative of the affliction and possible knowledge and self-care resources are identified that, in the face of discomfort and stressors that condition self-perceived health, are elaborated by prisoners as an explanation of the condition or as a search for relief.
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