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O Cristo de Sartre: reinvenção mítica e humanismo em Bariona

    1. [1] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Sofia, ISSN-e 2317-2339, Vol. 9, Nº. 2, 2020 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Filosofia da Psicanálise: Eu, Ser, Imagem), págs. 294-324
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Christ of Sartre: mythical reinvention and humanism in bariona
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Bariona (1940) é a primeira peça de Jean-Paul Sartre, aquele em lançou as premissas básicas de seu teatro de situações.  Foi escrita em um período crucial de sua vida, durante os meses que passou prisioneiro dos nazistas no campo de Trier. Sartre vive então uma verdadeira “conversão” a ideia de engajamento político. Outro dado importante é o recurso ao mito, mais exatamente à narrativa bíblica do nascimento de Cristo, como instrumento útil, antes de mais nada, para disfarçar a defesa filosófica e política da liberdade, pilar do existencialismo sartriano. O presente artigo examina essas diversas dimensões de peça, e explora dimensões mais profundas do diálogo de Sartre com a religião cristã, à luz da hermenêutica simbólica de Mircea Eliade e de argumentos nietzschianos sobre a “tradução-reinvenção” da História e o amor fati.

        PALAVRAS-CHAVE:

      SARTRE. BARIONA. TEATRO .MITO .RELIGIÃO .NIETZSCHE

    • English

      Bariona(1940) is Jean-Paul Sartre ́s first play, in which he introduced the premises of his theatre of situations. It was written in a critical period of his life, during the months he spent as a prisoner at the Nazi camp in Trier. Sartre lived the nature “conversion” to the position of political compromise. Another important a spectis the use of myth, more exactly the Biblical narrative of Christ’s birth, as an instrument for, before anything else, disguising a philosophical and political case for freedom, a pillar of Sartrian existentialism. The article discusses these different aspects of the play, in comparison with Sartre’s other works and Nietzsche’s ideas about the “translation-reinvention” of History and amor fat i.


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