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Ética e poder político n’O Príncipe de Maquiavel: viés interpretativo acerca da legitimidade do poder principesco

    1. [1] Universidade Tecnológica Federal do Paraná

      Universidade Tecnológica Federal do Paraná

      Brasil

  • Localización: Sofia, ISSN-e 2317-2339, Vol. 9, Nº. 1, 2020 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Filosofia Clássica Alemã), págs. 238-256
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Ethics and political power in the Machiavelli's Prince:: interpretative perspective on the legitimacy of princely power
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Among the general public, Machiavelli is usually considered more in terms of the supposed rupture between ethics and politics rather than in terms of his contributions to political thought, such as the salutary aspect of conflict for the political life of the city and the question of the legitimacy of political power. In this sense, the effort of our analysis is to demonstrate that, firstly, the pejorative terminology resulting from Machiavelli's work, particularly of The Prince, lacks foundation. Second, as the effect of his thesis of the verità effettuale della cosa, the actions of the prince, must always be evaluated not in terms of their causes, but in terms of the political effects they engender. And finally, thirdly, we try to demonstrate the proposition that the legitimacy of the prince's political power is based only and exclusively on the people, and that the stability and freedom of the city and the maintenance of its own princely power depend on it.

    • português

      Entre o grande público, Maquiavel costuma ser considerado mais pela suposta ruptura que teria operado entre ética e política, interpretação derivada de sua obra mais difundida, O Príncipe, daí os termos maquiavélico e maquiavelismo associados a seu nome, do que pelas suas contribuições ao pensamento político moderno, tais como o aspecto salutar do conflito para a vida política da cidade e a questão da legitimidade do poder político. Nesse sentido, o esforço dessa nossa análise consiste em demonstrar que, em primeiro lugar, a terminologia pejorativa decorrente da obra de Maquiavel, particularmente d’O Príncipe, é desprovida de fundamento. A razão disso está no fato de encontrarmos em Maquiavel não uma separação radical entre ética e política, mas a proposição do florentino de uma nova ética, uma ética política. Em segundo, como efeito da sua tese da verità effettuale dela cosa, trazida à luz no capítulo XV d’O Príncipe, as ações do príncipe, de acordo com Maquiavel, devem ser sempre avaliadas não em função das suas causas, mas dos resultados, dos efeitos políticos que engendram. E, finalmente, em terceiro lugar, adentrando os capítulos XVI a XIX d’O Príncipe, procuramos demonstrar e defender a tese, ainda que ela não apareça às claras na letra da referida obra maquiaveliana, de que a legitimidade do poder político do príncipe se alicerça única e exclusivamente no povo, e que dele dependem a estabilidade e a liberdade da cidade e a manutenção do próprio poder principesco.


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