O presente texto é fruto de conversa netinterativa, entre mim e o escritor alagoano Leo Barth. Transliterei ou rememorei as conversas (segundo certas e daninhas aleatoriedades). Estes questionamentos de Barth, segundo me disse depois, procuram sintetizar seus próprios diálogos com amigos do CLUM Círculo Literário Underground de Maceió, após leitura de o reneval neste Círculo.
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