Este artigo propõe a existência de uma forma específica de capital, a qual não é contemplada pela literatura especializada: o capital escravista-mercantil. Ademais, busca-se explicitar as limitações lógicas e históricas desta forma de capital, assim como os pressupostos e resultados de sua existência. A articulação produtiva entre o mundo colonial periférico e a economia central européia bem como a acumulação de capital proporcionadas pelo capital escravista-mercantil mostraram-se altamente relevantes no processo de acumulação primitiva do capital e consolidação do capitalismo em bases mundiais.
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