México
El artículo es un ensayo académico cuyo objetivo es entender el patriarcado como un orden político de relaciones de poder desiguales que naturaliza la dominación, el castigo y la violencia contra las mujeres. Esta configuración estructural que normaliza la violencia, elimina la percepción de que estas acciones son construcciones históricas culturales que pueden ser transformadas. En contraste, los movimientos feministas confrontan la naturalización de la violencia. Con ello, elaboran otras formas de hacer y contar la historia desde la visión de las mujeres, no con los parámetros establecidos por la estructura del patriarcado. Estas expresiones feministas están teñidas de humor, ironía y prácticas celebratorias, así como de una apropiación del cuerpo que las mujeres desarrollan en los espacios públicos.
The article is an academic essay whose objective is to understand the patriarchy as a political order of unequal power relations that naturalizes the domination, punishment and violence against women. This structural configuration which normalizes violence, eliminates the perception that such actions are historical cultural constructions that can be transformed. In contrast, feminist movements confront the naturalization of violence. In doing that, they elaborate other forms of making and tell the story from women’s perspective, not with the parameters established by the patriarchal structure. These feminist expressions are colored with humor, irony and celebratory practices, as well as with an appropriation of the body that women set forth in public spaces.
O artigo é um ensaio acadêmico cujo objetivo é compreender o patriarcado como uma ordem política de relações desiguais de poder que naturaliza a dominação, a punição e a violência contra as mulheres. Essa configuração estrutural que normaliza a violência elimina a percepção de que essas ações são construções culturais históricas que podem ser transformadas. Em contraste, os movimentos feministas enfrentam a naturalização da violência. Com isso, elaboram outras formas de fazer e contar a história na perspectiva das mulheres, não com os parâmetros estabelecidos pela estrutura patriarcal. Essas expressões feministas são tingidas de humor, ironia e práticas celebratórias, além de uma apropriação do corpo que as mulheres desenvolvem nos espaços públicos.
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