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Aloestratigrafia - revisão de conceitos e exemplos de aplicação, com ênfase nos depósitos neoquaternários de terraço da bacia do Rio do Peixe, SP

    1. [1] Universidade Guarulhos - UnG
  • Localización: Revista Universidade Guarulhos. Geociências, ISSN-e 1413-3210, Vol. 7, Vol. 6, 2002, págs. 15-34
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Allostratigraphy - review of concepts and some application examples with emphasis on the late quaternary terrace deposits of the Rio do Peixe valley, São Paulo state, Brazil
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      As defined by the North American Stratigraphic Code, an allostratigraphic unit is a mappable stratiform body of sedimentary rock identified and defined on the basis of bounding discontinuities. This new stratigraphic approach might be used where lithostratigraphic classification is impractical or inappropriate, especially in many continental Quaternary deposits, like fluvial aggradation terraces. These sedimentary bodies correspond, frequently, to thin, discontinuous bodies, with the newer units sometimes occupying the lower portions of the valley, topographically below the position of ancient ones. The hierarchy and naming procedures are similar to those for lithostratigraphic units, with the alloformation representing the fundamental unit in allostratigraphic classification system. As the most relevant character in allostratigraphy, the boundaries of the units must be characterized by laterally traceable discontinuities, generally distinguished by clear evidences of sedimentation break (hiatus).

      These interruptions might be related to geomorphic surfaces, that facilitate the mapping of those boundaries. Inferred local geologic history and inferred time spans are not used to define an allostratigraphic unit however, they may influence the choice of unit’s limits. Despite the relatively paucity of papers dealing with the allostratigraphic approach, some selected examples were picked up in the literature in order to illustrated the validity and the advantages of these new classification, both in Brazil and abroad. Special emphasis is given to the Late Quaternary terrace deposits in the Rio do Peixe Valley, where the allostratigraphic approach was successfully applied and might be used as an adequate work model for mapping and stratigraphic classification of this type of continental sedimentary deposits in the Western São Paulo State area.

    • português

      O Código Norte-Americano de Nomenclatura Estratigráfica define uma unidade aloestratigráfica como sendo um corpo estratiforme mapeável de rochas sedimentares, identificado e definido com base nas descontinuidades que o limitam. Este novo enfoque estratigráfico é aplicável onde as classificações litoestratigráficas tradicionais se revelam impróprias, em especial no caso dos depósitos quaternários de natureza continental, como os terraços fluviais. Estes corpos apresentam-se, muitas vezes, com pequenas espessuras, formando conjuntos de ocorrências com ampla distribuição em área mas com unidades de pequena extensão individual; estratos mais jovens podem ocupar posições topográficas inferiores em um vale em relação a outros depósitos. A hierarquia e os procedimentos de terminologia estratigráfica são similares às dos equivalentes litoestratigráficos, sendo que a aloformação representa a unidade fundamental do sistema de classificação. As decontinuidades limitantes dos depósitos devem registrar claramente uma quebra do registro sedimentar, podendo estar relacionadas com superfícies geomórficas, o que facilita o mapeamento de tais unidades. Elementos da história geológica dos depósitos e o tempo inferido de deposição, a despeito de não servirem como elementos definidores de uma unidade aloestratigráfica, podem influir na escolha dos seus limites. Considerando-se que a aloestratigrafia se configura como um enfoque relativamente novo na literatura geológica, observase, ainda, um número restrito de trabalhos que adotam tal abordagem. Todavia, alguns exemplos são apresentados nesta revisão para ilustrar a validade e as vantagens comparativas desta nova classificação ante outros enfoques estratigráficos, tanto no Brasil quanto no exterior. Ênfase maior é colocada nos depósitos de terraços neoquaternários do vale do Rio do Peixe, região ocidental paulista, pois representam uma situação bastante apropriada para a aplicação da aloestratigrafia, podendo servir de referência para o estudo de depósitos cenozóicos porventura existentes em outras bacias hidrográficas desta porção do território paulista.


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