El artículo analiza dos asertos que han formado parte del núcleo de diferendos que han mantenido diversos científicos sociales latinoamericanos en torno a la cuestión de la dependencia. En primer lugar, la tesis sobre el fundamento de la dependencia; en segundo lugar, la tesis sobre el carácter de la superexplotación (o sobreexplotación) de la fuerza de trabajo. Para tales propó- sitos, se hace una revisión crítica de la manera en que el filósofo Enrique Dussel medita sobre esos asuntos, pues su intervención retoma seńeras discusiones teóricas sobre las que hasta ahora parece no existir acuerdo. El parteaguas de esas discrepancias puede ubicarse en el ańo 1972, particularmente tras la circulación del ensayo de Ruy Mauro Marini titulado Dialéctica de la dependencia, en el que el sociólogo brasileńo propuso avanzar hacia la elaboración de una teoría marxista de la dependencia.
O artigo analisa duas afirmações que fizeram parte do núcleo das disputas que vários cientistas sociais latino-americanos mantiveram em torno da questão da dependência. Em primeiro lugar, a tese sobre a base da dependência; Em segundo lugar, a tese sobre o caráter da super exploração (ou sobre exploração) da força de trabalho. Para tais fins, uma revisão crítica é feita da maneira como o filósofo Enrique Dussel medita sobre esses assuntos, já que sua intervenção aborda discussões teóricas sobre as quais até agora não parece haver acordo. A divisória destas discrepâncias pode ser localizada em 1972, particularmente após a circulação do ensaio de Ruy Mauro Marini, intitulado Dialética da Dependência, no qual o sociólogo brasileiro propôs avançar na elaboração de uma teoria marxista da dependência.
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