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Cultivar ecologías comunitarias: prácticas artísticas en espacios de lucha y manifestación social

  • Autores: Camilo Escobar Pazos
  • Localización: Cuadernos de Música, Artes Visuales y Artes Escénicas, ISSN-e 2215-9959, Vol. 17, Nº. 1, 2022, págs. 220-235
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Cultivating Communitarian Ecologies: Artistic Practices in Spaces of Social Struggle and Protest
    • Cultivar ecologias comunitárias: práticas artísticas em espaços de luta e manifestação social
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Vivimos un momento en el cual las ideas de ciudadanía, Estado, mercado y representación han caído en crisis. Por consiguiente, observamos cómo el eslabón vinculante entre el pueblo y sus gobiernos se ha quebrantado. En el estallido social exhortado por el desespero de no poder entrever un futuro digno, se pueden encontrar todo tipo de manifestaciones, que principalmente en los espacios urbanos en ocasiones se articulan a experiencias artísticas y culturales, que de formas descentralizadas se suman a las protestas; estas, no solo emergen como demostraciones del desencanto, la frustración y el colapso sistémico, pues, pese a todo, en su devenir proponen nuevos caminos de construcción social. El artículo reflexiona sobre la operación de prácticas y dispositivos artísticos y culturales que han surgido en la coyuntura actual de las protestas, así como sobre la dimensión política para la transformación que las experiencias analizadas implican. Para este fin, se divide en tres partes: preguntas, respuestas y consideraciones. La primera analiza cuestionamientos planteados en los accionares de las protestas; la segunda evalúa respuestas generadas desde ámbitos institucionales y no institucionales del arte, para lo cual los ejemplos estudiados se categorizan en capacidad de reformular urgencias, alterar paradigmas y metabolizar sus contextos, y la tercera plantea posibilidades sobre cómo las experiencias artísticas y culturales tendrían la capacidad no solo de visualizar, sino también de impulsar la emergencia de nuevas ecologías comunitarias, nuevas formas de reorganizaciones comunes descentralizadas, en virtud del aliento en torno a la labranza de comunidades igualitarias.

    • português

      Vivemos um momento em que as ideias de cidadania, de Estado, de mercado e de representação entram em crise. Consequentemente, observamos como o vínculo entre as pessoas e seus governos foi quebrado. Na explosão social exor-tada pelo desespero de não poder vislumbrar um futuro digno, encontram-se manifestações de todo tipo, que principalmente nos espaços urbanos às vezes se vinculam a experiências artísticas e culturais, que de forma descentralizada se unem aos protestos; estas não surgem apenas como manifestações de de-sencanto, frustração e colapso sistêmico, pois, apesar de tudo, em seu futuro propõem novos caminhos de construção social. O artigo reflete sobre o funcio-namento das práticas e dispositivos artísticos e culturais que surgiram na atual conjuntura dos protestos, bem como sobre a dimensão política para a transfor-mação que as experiências analisadas implicam. Para tanto, está dividido em três partes: perguntas, respostas e considerações. A primeira analisa questões levantadas nas ações dos protestos; a segunda avalia respostas geradas a partir de áreas institucionais e não institucionais da arte, para as quais os exemplos estudados se categorizam na capacidade de reformular urgências, alterar pa-radigmas e metabolizar seus contextos, e a terceira levanta possibilidades de como as experiências artísticas e culturais teriam capacidade não só de visua-lizar, mas também de promover o surgimento de novas ecologias comunitárias, novas formas de reorganizações comuns descentralizadas, em virtude do incen-tivo ao cultivo de comunidades igualitárias.

    • English

      We live in a time in which the conceptions of citizenship, the State, the market, and representation have fallen into a crisis. Consequently, we can observe how the binding link between the people and their governments has been broken. The despair of not being able to discern a dignified future has exhorted a social uprising in which all kinds of manifestations can be found, these mainly in urban spaces, at times articulate to artistic and cultural experiences, which unite the protests in decentralized ways; not only emerging as demonstrations of disen-chantment, frustration, and systemic collapse, nevertheless, in their becoming, they propose new paths of social construction. The article reflects on the opera-tion of artistic and cultural practices and devices that have emerged in the current situation of the protests, as well as on the transformative political dimension involved in the analyzed experiences. For this purpose, the paper is divided into three parts: questions, answers, and considerations. The first one analyzes ques-tions raised in the actions of the protests; the second one evaluates responses generated from institutional and non-institutional fields of art, for which the stud-ied examples are categorized in their capacity to re-formulate urgencies, alter paradigms, and metabolize their contexts; and the third one raises possibilities on how artistic and cultural experiences would have the capacity not only to visu-alize but also to promote the emergence of new communitarian ecologies, new forms of decentralized common reorganizations, by virtue of the encouragement around the cultivation of egalitarian communities.


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