Este ensaio revisita alguma produção teórica na área da teoria feminista e dos espaços hifenizados que com ela se foram gerando, como sejam os feminismos negros e os feminismos lésbicos. Esta re-visita a lugares recentes assume uma preocupação com a situação e contextualização dos conhecimentos, para a partir deles derivar alguns pressupostos que permitam posicionamentos críticos dentro da pesquisa feminista. Destacamos a produção de Donna Haraway que nos mostra como os feminismos devem habitar em lugares cada vez mais hifenizados e marcados pela interseccionalidade.
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