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Calímaco e a discussão sobre a poesia trágica

    1. [1] Universidade de São Paulo

      Universidade de São Paulo

      Brasil

  • Localización: Humanitas: Revista do Instituto de Estudos Clássicos, ISSN 0871-1569, Nº. 78, 2021, págs. 9-32
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Callimachus and the discussion on tragic poetry
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Although Suda attributes to Callimachus the composition of tragedies, modern scholars are usually skeptical about this information since his alleged plays did not reach us and no fragment was preserved. Suda’s testimony is doubtful because of the incompatibility between the gravity of tragedy and the concept of slender poetry in Against the Telchines. Callimachus mentions tragedy in two instances in his Iambi, as well as he writes five epigrams in which he discusses dramatic performance at Dionysiac festivals and the use of plays in schools. This paper seeks to examine these texts, in order to demonstrate that there would be no Callimachus’s refusal of tragedy but rejection of a style of composition considered high and bombastic. This discussion starts from a concise exposition of the Callimachean poetic program described in Against the Telchines and its proximity to the metapoetic debate developed in the agon between Aeschylus and Euripides in Aristophanes’ Frogs

    • português

      Embora o Suda atribua a Calímaco a composição de tragédias, a crítica moderna costuma ser cética quanto a essa informação, tendo em vista que suas supostas peças não chegaram até nós, bem como não foi preservado fragmento algum. O testemunho do Suda é posto em dúvida por conta da incompatibilidade entre a gravidade do gênero trágico e o conceito de poesia delgada defendido no Prólogo aos Telquines. Calímaco menciona a tragédia em duas ocorrências no livro de Jambos, além de compor cinco epigramas nos quais aborda a performance dramática nos festivais dionisíacos e a utilização das peças em contexto escolar. O presente artigo pretende investigar esses textos com o intuito de demonstrar que não haveria uma recusa de Calímaco à tragédia, mas rejeição a um estilo de composição considerado elevado e bombástico. Essa discussão parte de uma exposição concisa do programa poético calimaquiano delineado no Prólogo aos Telquines e de sua proximidade com o debate metapoético desenvolvido no agon entre Ésquilo e Eurípides nas Rãs de Aristófanes.


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