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O Papel Epistemológico da Consciência nas Meditações de Descartes

  • Autores: Vinícius França Freitas
  • Localización: Principia: an international journal of epistemology, ISSN-e 1808-1711, Vol. 25, Nº. 3, 2021
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Epistemological Role of Consciousness in Descartes’ Meditations
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The paper discusses the epistemological role of consciousness in Rene Descartes’ Meditations on First Philosophy. The discussion focuses on the truth of consciousness beliefs before the skeptical hypothesis of the deceiver. First, it is argued that Descartes’ discovery of the cogito in Meditation II is consistent from the point of view of consciousness. Its activities allow the intuition of cogito in a non-problematic way and the hypothesis of the deceiver does not threat that discovery. Second, it is argued that there is no solid argument in the Meditations for the truth of consciousness beliefs about the states and activities of the mind. Descartes cannot reliably distinguish between his thoughts in the context of this skeptical hypothesis to continue his itinerary. Finally, it questions four interpretations that could be indicated as replies to that objection.

    • português

      O artigo discute o papel epistemológico da consciência nas Meditações sobre filosofia primeira de René Descartes, mais especificamente, discute-se a consciência do ponto de vista da verdade de suas crenças no contexto da hipótese cética do supremo enganador. Em primeiro lugar, argumenta-se que o processo de descoberta da própria existência enquanto coisa que pensa na Meditação II é consistente do ponto de vista da fiabilidade da consciência. Suas atividades possibilitam – na presente interpretação – a intuição do cogito de modo não problemático diante enganador. Em segundo lugar, argumenta-se que não há, nas Meditações, um argumento sólido em favor da verdade das crenças da consciência sobre os estados e atividades mentais particulares. Descartes não pode distinguir seguramente entre seus pensamentos, no contexto dessa hipótese cética, para prosseguir com seu itinerário. No fim, quatro interpretações que poderiam ser indicadas como respostas para a dificuldade apontada são questionadas.


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