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A escrevivencia de Maria Firmina dos Reis no conto A Escrava

    1. [1] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

  • Localización: Travessias, ISSN-e 1982-5935, Vol. 12, Nº. 1, 2018, págs. 193-204
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The escrevivência of Maria Firmina dos Reis in the short history The Slave
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This work consists of a proposal of analysis of the short story The slave, by the writer Maria Firmina dos Reis ([1877] 2004). Our objective is to analyze how the construction of the slave Joana, from what the said writer sees and makes us see through the voice that I attributed to his narrator. To do so, we will base ourselves on the discussions proposed by Bauman (2005), regarding the thematic of identity; Hartog (1999) and Baggio (2009), on the Rhetoric of otherness; as well as Lobo (2006) and Muzart (1999), on the life and works of Maria Firmina dos Reis. From the analysis, it was possible to understand that the author problematizes, in his short story The slave, the slave and chauvinist system experienced in Brazilian society in the XIX century. To carry out such a movement, the writer dares to give place and voice to the slave girl, Joana, who had been silenced throughout her life.

    • português

      A proposta deste estudo é analisar o conto A escrava, da escritora  Maria Firmina dos Reis ([1877]2004) com o  objetivo de observar como se dá a construção identitária da escrava Joana a partir do que escritora  vê e nos faz ver através da voz  que atribuí a sua narradora. Para tanto, nos embasaremos nas discussões propostas por Bauman (2005), no que tange a temática da identidade;  Hartog (1999) e Baggio (2009), a respeito da Retórica da alteridade; bem como Lobo (2006) e Muzart (1999), sobre a vida e as obras de Maria Firmina dos Reis. A partir das análises, foi possível compreender  que a escritora Maria Firmina em seu conto A escrava problematiza o sistema escravocrata e machista vivenciado na sociedade brasileira em pleno século XIX. Para realizar tal movimento a escritora ousa dar lugar e voz para a escrava Joana que havia sido silenciada ao longo de toda sua vida.


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