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Uma androide consciente em westworld: referências para pensar procedimentos autorais na Educação

    1. [1] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: Travessias, ISSN-e 1982-5935, Vol. 13, Nº. 3, 2019, págs. 214-234
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • A Conscious Android In “Westworld”: References For Considering Authorial Procedures In Education
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Os projetos educacionais que buscam a promoção da conscientização, da criatividade e da imaginação são complexos, pois ao mesmo tempo em que valorizam a autoria, também podem sufocá-la. Desta forma, procurou-se um caminho ficcional que colaborasse com a compreensão de como, de uma maneira objetiva, pode ser favorecida junto aos estudantes a reflexão crítica sobre sua própria existência, que seria a conscientização (FREIRE, 2018). A criação experimental de personagens como procedimento autoral pode ser um caminho prático nessa direção. Para discutir essa possibilidade, buscou-se analisar a diegese da série de televisão Westworld (HBO, 2016), com foco específico em uma personagem que percorre um caminho rumo à conscientização, pois ela é um androide que se liberta de suas funções preestabelecidas e decide “escrever” a sua própria história. Este texto, assim, é um ensaio de cunho filosófico que interpreta Westworld como uma narrativa digital (MURRAY, 2013), que pode ser desmembrada e observada. A partir daí, se faz uma reflexão sobre os percursos da imaginação, com base na obra de Bachelard (1968) para, por fim, propor possibilidades educativas no âmbito dos novos estudos de letramento (LANKSHEAR, KNOBEL, 2006; THOMAS, 2006), incluindo a produção autoral narrativa na escola.

    • English

      Educational projects that seek to promote consciousness, creativity and imagination are complex, because at the same time that they value authorship, they can also suffocate it. This study used fiction to help understand how students can be objectively encouraged to critically reflect on their own existence, that is to become conscious.  (FREIRE, 2018). The experimental creation of characters as an authorial procedure can offer a practical path in this direction.  To discuss this possibility, this article analyzes the diegesis of the television series Westworld (HBO, 2016), with specific focus on a character that develops consciousness, because she is an android who is liberated from her pre-established functions and decides to “write” her own history. This paper is thus an essay with a philosophical bent that interprets “Westworld” as a digital narrative (MURRAY, 2013) that can be dismembered and observed. On this basis it reflects on the paths of imagination, based on the work of Bachelard (1968) to then propose educational possibilities in the realm of new literacy studies (LANKSHEAR, KNOBEL, THOMAS), including authorial narrative production in schools.


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