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O mito de Che Guevara na fotografia e no cinema

    1. [1] Universidade Federal de Santa Catarina

      Universidade Federal de Santa Catarina

      Brasil

  • Localización: Travessias, ISSN-e 1982-5935, Vol. 13, Nº. 3, 2019, págs. 253-272
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The Myth of Che Guevara in Photography and Cinema
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Che Guevara é ainda hoje uma imagem que se distingue por sua ubiquidade . A figura de Che vestindo uma boina, olhando para o horizonte, representa o mito que cerca a figura de Guevara e é uma daquelas imagens facilmente reconhecidas ao redor do mundo. Mais de cinquenta anos após a morte de Ernesto Guevara, a imagem de Che nos surpreende por sua ubiquidade. Che ressurge em camisetas, fotografias, no cinema e em diversas outras formas, inclusive como santo laico em La Higuera, na Bolívia. Executado em outubro de 1967, sua imagem parece sobreviver e se multiplicar à revelia de seu corpo, o que, somado ao uso comercial e religioso da imagem de Che, leva a alguns acadêmicos a defenderem o esvaziamento completo do seu sentido político. Contudo, tendo em vista que para Barthes (1991) o mito é um sistema semiológico de dois níveis em que o segundo depende do primeiro significado para sobreviver, eu questiono a retórica de aniquilação de sentido político a partir da análise de como dois filmes - Os Diários de Motocicleta (DIÁRIOS, 2004) e El Che: Investigando uma Lenda (EL CHE, 1998) – recriam Che Guevara. Analiso também a relação entre o mito de Che e duas fotografias –  a de Alberto Korda e a de Freddy Alborta – relacionando-as com os filmes.

    • English

      Che Guevara is to this day an image that is distinguished by its ubiquity. Che wearing a beret, looking to the horizon, represents the myth surrounding Guevara's figure and is one of those easily recognized images around the world. More than fifty years after Ernesto Guevara's death, Che's image surprises us with its ubiquity. Che resurfaces in T-shirts, photographs, movies, and in many other ways, including as a non official saint in La Higuera, Bolivia. Executed in October 1967, his image seems to survive and multiply in detriment of his body, which, coupled with the commercial and religious use of Che's image, leads some scholars to advocate the complete emptying of his political meaning. However, considering that myth for Barthes (1991) is a two-level semiological system in which the second depends on the first meaning for survival, I question the rhetoric of annihilation of political meaning based on the analysis of how two films – The Motorcycle Diaries (DIARIOS, 2004) and El Che: Investigating a Legend (EL CHE, 1998) - recreate Che Guevara. I also analyze the relationship between Che's myth and two photographs - Alberto Korda's and Freddy Alborta's - relating them to the films.


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