O objetivo do artigo é analisar as representações diferenciadas sobre o cerrado goiano. No século XVIII, relatos de bandeirantes e colonizadores expressaram uma visão maravilhosa da natureza, como um lugar de riquezas expressas nas singularidades das formas geológicas. Já no século XIX, no contexto da emergência do racionalismo científico, o cerrado foi visto, tanto por viajantes-cientistas (como o austríaco Pohl), como por políticos-exploradores (como Taunay) de modo desencantado, sendo enfatizado a sua pertinência para o desenvolvimento da ciência ou para o desenvolvimento econômico.
The aim of this paper is to analyze the different representations of cerrado in Goiás. In the eighteenth century, pioneers and settlers reports expressed a wonderful view of nature as a place of wealth expressed in the singularities of geological forms. In the nineteenth century, in the context of the emergence of scientific rationalism, the cerrado was seen both by travelers -scientists (as the Austrian Pohl), for political -explorers (as Taunay) of disenchanted mode, it emphasizes its relevance to the development of science or for economic development
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