Socorro, Portugal
En este trabajo analizo las categorías de tiempo (SINHA; GÄRDENFORS, 2014) y aspecto (DAHL, 1985), específicamente aspectos del pretérito perfecto de indicativo (TRAVAGLIA, 2016; CAMPOS, 1997; CAMPOS, XAVIER, 1991) del presente de indicativo (TRAVAGLIA, 2016), del gerundio y de la perífrasis estar + gerundio (MENDES, 2005), en el texto Floema de Hilda Hilst (2003). En ese texto, la autora desarrolla un diálogo entre un hombre (Koyo) y un Dios (Haydum), que se materializa delante del personaje. Según avanza la narración, lo que se ve es la representación de la imposibilidad de establecerse una comunicación directa entre Hombre y divinidad. En ese contexto, al pretenderse analizar algunos eventos de ese texto según categorías aspectuales (acabadas, no acabadas, cursivas, durativas, perfectivas, imperfectivas), busco organizarlos en momentos específicos, con el intento de encontrar una organización textual/discursiva del confronto que se nos presenta.
Neste artigo analiso as categorias de tempo (SINHA; GÄRDENFORS, 2014) e aspecto (DAHL, 1985), nomeadamente aspectos do pretérito perfeito do indicativo (TRAVAGLIA, 2016; CAMPOS, 1997; CAMPOS, XAVIER, 1991) do presente do indicativo (TRAVAGLIA, 2016), do gerúndio e da perífrase estar + gerúndio (MENDES, 2005), no texto Floema de Hilda Hilst (2003). Nesse texto a autora desenvolve um diálogo entre um homem (Koyo) e um Deus (Haydum), que se materializa à sua frente. À medida que a narrativa avança, o que se observa é a representação da impossibilidade de se estabelecer comunicação direta entre Homem e divindade. Em meio a essa inviabilidade de conversa, ao analisar alguns eventos desse texto como categorias aspectuais (acabadas, não acabadas, cursivas, durativas, perfectivas, imperfectivas), procuro sistematizá-los em momentos específicos, na tentativa de encontrar uma organização textual/discursiva do confronto que ali se apresenta.
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