Brasil
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The aim of this essay is to analyze the work Marked, by photographer Claudia Andujar, from the dual temporality in which it is inserted. As an inscription and continuity of colonial violence, the notions of image, anachronism, testimony, trauma and ethnocide will be mobilized and articulated in the development of the argument. From the woof that was built, a working hypothesis is supported: that the author wanted, through the image, to make an effort to symbolize the colonial process that has affected Brazil since 1500 and that continues to manifest itself in the present through new forms. As a result, the idea of trauma was articulated with Andujar's photographs and the experience of colonization which is, in this conception, an experience of ethnocide.
O objetivo deste ensaio é analisar a obra Marcados, da fotógrafa Claudia Andujar, a partir da dupla temporalidade em que ela se insere. Como inscrição e continuidade da violência colonial, as noções de imagem, anacronismo, testemunho, trauma e etnocídio serão mobilizados e articulados no desenvolvimento da argumentação. Da teia que foi construída, sustenta-se uma hipótese de trabalho: a de que a autora quis, pela via da imagem, fazer um esforço de simbolização do processo colonial que acometeu o Brasil desde 1500 e que continua se manifestando no presente através de novas formas. Como resultado articulou-se a ideia de trauma, com as fotografias de Andujar e a experiência de colonização que é, nessa concepção, uma experiência de etnocídio.
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