Brasil
La Conferencia Internacional de las Naciones Unidas sobre Población y Desarrollo (CIPD) de 1994 identificó la centralidad de defender los derechos reproductivos y la importancia de garantizar opciones reproductivas voluntarias (UNFPA 2019). Este artículo presenta una revisión de los principales modelos teóricos de demanda de niños y, al evaluar la contraparte empírica de estos modelos en una base de datos internacional, señala las principales variables socioeconómicas que determinan la fertilidad. Este estudio muestra que la escolarización femenina es la variable socioeconómica más importante para explicar el número de hijos por mujer, ya que una mayor educación femenina puede ampliar el acceso a la información sobre métodos anticonceptivos, mejorar las oportunidades de empleo y "empoderar" a las mujeres en defensa de sus elecciones sexuales y reproductivas.
The 1994 United Nations International Conference on Population and Development (ICPD) identified the centrality of defending reproductive rights and the importance of ensuring voluntary reproductive choices (UNFPA, 2019). This paper presents a review of the main theoretical models of demand for children and, by assessing the empirical counterpart of these models in an international database, points out the main socioeconomic variables determining fertility. This study shows that female schooling is the most important socioeconomic variable to explain the number of children per woman, as increased female education can expand access to information on contraceptive methods, improve employment opportunities and “empower” women in defending their sexual and reproductive choices.
A Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento das Nações Unidas (CIPD) de 1994 identificou a centralidade da defesa dos direitos reprodutivos e a importância de se garantir a realização de escolhas reprodutivas voluntárias (UNFPA, 2019). O presente artigo apresenta uma revisão sobre os principais modelos teóricos de demanda por filhos e, avaliando a contrapartida empírica desses modelos em uma base de dados internacional, aponta as principais variáveis socioeconômicas determinantes da fecundidade. Esse estudo mostra que a escolaridade feminina é a variável socioeconômica mais importante para explicar o número de filhos por mulher, visto que o aumento da educação feminina pode expandir o acesso à informação sobre os métodos contraceptivos, melhorar as oportunidades de emprego e “empoderar” as mulheres na defesa de suas escolhas sexuais e reprodutivas.
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