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Trabalhadores, escravidão e Islã: resistência e conexões no norte de Moçambique entre o final do século XIX e início do XX.

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

      Brasil

  • Localización: Anos 90: Revista do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, ISSN-e 1983-201X, Vol. 26, Nº. 0, 2019, 14 págs.
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Workers, slavery and Islam: resistance and connections in Northern Mozambique between the late nineteenth and early twentieth centuries.
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      At the end of the 19th century, leaderships and part of the population of Angoche, Sangage, Sancul and Quitangonha, and the groups macua-imbamela and namarrais organized a series of actions in response to the interference of the Portuguese colonialist policy in Northern Mozambique. This resistance coalition will in this article be the starting point to analyze the experiences and strategies of resistance of these societies against the forms of exploitation of the work at this moment characterized by new relations of power in the African continent. It is also intended to reflect how Islam, as a means of social insertion, has become an element of mobilization for this resistance coalition. Thus, it is intended a more nuanced approach to resistance, highlighting the dynamics of relations between the different historical agents present in Northern Mozambique between the late nineteenth and early twentieth centuries.

    • português

      No final do século XIX, chefes locais e parte da população de Angoche, Sangage, Sancul e Quitangonha, dos grupos macua-imbamela e namarrais organizaram uma série de ações em resposta às interferências da política colonialista portuguesa no norte de Moçambique. Essa coligação será neste artigo o ponto de partida para analisar as experiências e estratégias de resistência das sociedades do norte de Moçambique diante das formas de exploração do trabalho num momento caracterizado por novas relações de poder no continente africano. É intuito também refletir como o Islã, como um meio de inserção social, se configurou um elemento de mobilização para essa coligação de resistência. Dessa maneira, pretende-se uma abordagem mais matizada da resistência, ressaltando as dinâmicas das relações entre os diferentes agentes históricos presentes no norte de Moçambique entre o final do século XIX e o início do XX.


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