Recente artigo de Comblin (REB, jun. 90) sugere que as CEBs estão em idade de se institucionalizar, assumindo as feições de realidades sociais permanentes. Tenho minhas dúvidas quanto à conveniência da fixação dessa experiência na atual conjuntura, mas não tenho dúvidas de que discordo fundamentalmente de algumas de suas análises e de sua proposta para as CEBs. Vejamos primeiramente as divergências de análise, para depois chegar a uma crítica de caráter mais global.
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