Para os críticos da teologia da libertação a queda do Muro de Berlim teria significado também uma pá de cal sobre essa vertente teológica surgida na América Latina há cerca de 25 anos. Entendem eles que, ao levar em conta a teoria marxiana em sua mediação sócio-analítica e, em consequência, situar o socialismo no horizonte utópico da causa da libertação, aquela teologia teria de tal modo se ideologizado, que o fracasso do socialismo no Leste europeu a teria deslegitimado como signo de esperança dos pobres e, portanto, como reflexão autorizada do mistério divino dentro dos marcos da doutrina católica...
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