San Miguel De Ibarra, Ecuador
Introducción: Ante la pandemia por el COVID-19 los procesos de entrenamiento deportivo que han tenido que adaptarse a las nuevas condiciones impuestas por el sistema de salud. Conocer específicamente dichas implicaciones, posibilita mejorar la toma de decisiones, a la vez que permitirá delimitar qué afectaciones han tenido las nuevas estrategias de entrenamiento al mantener e incrementar el rendimiento deportivo. Objetivo: Comparar los resultados de nueve pruebas antes y después de iniciar la pandemia por COVID-19 en velocistas juveniles de 100 y 200 metros. Métodos: Investigación descriptiva-explicativa de orden correlacional, comparando resultados en nueve pruebas realizadas antes y después de iniciada la pandemia por COVID-19 en 22 velocistas juveniles. Resultados: Todas las medias fueron inferiores en términos de rendimiento en postest, en Salto Largo (Pretest: 2.25m y Postest: 2.11m; -14cm), Pierna Derecha e Izquierda (Pretest: 11.20m y Postest: 11.14m; -0.06cm; Pretest: 11.09m y Postest: 11.04m; -0.5cm), en 40m y 60m (Pretest: 5.62 segundos y Postest: 5.62 segundos; Pretest: 8.05 segundos y Postest: 8.16 segundos; +11ms respectivamente), en 1000m (Pretest: 3.95 minutos y Postest: 4.03 minutos; +0.8 minutos), en Abdominales (Pretest: 46 movimientos y Postest: 43 movimientos; -3 movimientos), en Dorsal (Pretest: 117 movimientos y Postest: 115 movimientos; -2 movimientos), y en Flexibilidad de brazos (Postest: 37° y Postest: 41°; +4°), aunque en ninguno de los casos existieron diferencias significativas. Conclusiones: Se evidencia un decrecimiento del rendimiento específico en indicadores estudiados, demostrado que las estrategias alternativas de entrenamiento no fueron óptimas, existiendo la posibilidad de decrecimiento real en las marcas personales.
Introduction: Faced with the COVID-19 pandemic, the sports training processes that have had to adapt to the new conditions imposed by the health system. Knowing specifically these implications makes it possible to improve decision-making, at the same time that it will allow to define what effects the new training strategies have had when maintaining and increasing sports performance. Objective: To compare the results of nine tests before and after the start of the COVID-19 pandemic in 100 and 200 meter youth sprinters. Methods: Descriptive-explanatory research of a correlational order, comparing results in nine tests carried out before and after the COVID-19 pandemic began in 22 youth sprinters. Results: All means were lower in terms of performance in post-test, in Long Jump (Pretest: 2.25m and Posttest: 2.11m; -14cm), Right and Left Leg (Pretest: 11.20m and Posttest: 11.14m; -0.06cm; Pretest : 11.09m and Posttest: 11.04m; -0.5cm), in 40m and 60m (Pretest: 5.62 seconds and Posttest: 5.62 seconds; Pretest: 8.05 seconds and Posttest: 8.16 seconds; +11ms respectively), in 1000m (Pretest: 3.95 minutes and Posttest: 4.03 minutes; +0.8 minutes), in Abs (Pretest: 46 movements and Posttest: 43 movements; -3 movements), in Dorsal (Pretest: 117 movements and Posttest: 115 movements; -2 movements), and in Arm flexibility (Post-test: 37° and Post-test: 41°; +4°), although there were no significant differences in any of cases. Conclusions: There is evidence of a decrease in specific performance in the studied indicators, showing that the alternative training strategies were not optimal, with the real decrease possibility in personal records.
Introdução: Diante da pandemia COVID-19, os processos de treinamento esportivo tiveram que se adaptar às novas condições impostas pelo sistema de saúde. O conhecimento específico dessas implicações permite melhorar a tomada de decisões, ao mesmo tempo que permite definir quais os efeitos das novas estratégias de treino na manutenção e no aumento do rendimento desportivo. Objetivo: Comparar os resultados de nove testes antes e depois do início da pandemia COVID-19 em velocistas jovens de 100 e 200 metros. Métodos: Pesquisa descritivo-explicativa de ordem correlacional, comparando resultados em nove testes realizados antes e depois do início da pandemia de COVID-19 em 22 jovens velocistas. Resultados: Todas as médias foram menores em termos de desempenho no pós-teste, no Salto em Comprimento (Pré-teste: 2,25m e Pós-teste: 2,11m; -14cm), Perna Direita e Esquerda (Pré-teste: 11,20m e Pós-teste: 11,14m; -0,06 cm; Pré-teste: 11,09m e Pós-teste: 11,04m; -0,5cm), em 40m e 60m (Pré-teste: 5,62 segundos e Pós-teste: 5,62 segundos; Pré-teste: 8,05 segundos e Pós-teste: 8,16 segundos; +11ms respectivamente), em 1000m ( Pré-teste: 3,95 minutos e Pós-teste: 4,03 minutos; +0,8 minutos), em Abs (Pré-teste: 46 movimentos e Pós-teste: 43 movimentos; -3 movimentos), em Dorsal (Pré-teste: 117 movimentos e Pós-teste: 115 movimentos; -2 movimentos), e na flexibilidade do braço (Pós-teste: 37° e Pós-teste: 41°; + 4°), embora não tenha havido diferenças significativas em nenhum dos casos. Conclusões: Há evidências de diminuição do desempenho específico nos indicadores estudados, mostrando que as estratégias alternativas de treinamento não foram ótimas, com possibilidade real de diminuição nas marcas pessoais.
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