Braga (São José de São Lázaro), Portugal
No presente artigo, procura-se, além de divulgar um dos nomes que, conquanto se afigure um dos mais relevantes da História literária portuguesa do século XX, aparentemente, é dos menos lidos na contemporaneidade, Maria Judite de Carvalho (1921-1998), centrar a atenção na sua obra inaugural Tanta Gente, Mariana (1959). Destacam-se as suas mais relevantes singularidades estético-literárias e ideotemáticas, acentuando a sua configuração pessoalíssima, em especial no que diz respeito à espessura verosímil da(s) figura(s) feminina(s), um conjunto de linhas que anunciam já os traços definidores da totalidade da sua escrita.
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