Há alguns anos atrás num artigo publicado nesta mesma revista, chamei a atenção para o fenômeno de paroquialização das comunidades eclesiais de base que era um processo bem visível, pelo menos no Nordeste do Brasil. Em geral os leitores opinaram que esse fenômeno não existia e que diocese e paróquias conferiam cada vez mais autonomia às comunidades eclesiais de base, reconhecendo-lhes desse modo a sua identidade e a sua orientação popular...
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