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Grupos em risco: a transfobia e a patologização das identidades trans como categorias de análise político-pedagógica

    1. [1] Universidade Federal Fluminense

      Universidade Federal Fluminense

      Brasil

    2. [2] Universidade Do Porto

      Universidade Do Porto

      Santo Ildefonso, Portugal

  • Localización: Revista Inclusiones: Revista de Humanidades y Ciencias Sociales, ISSN-e 0719-4706, Vol. 8, Nº. 3 (julio-septiembre), 2021 (Ejemplar dedicado a: Homenaje María Laura Salinas), págs. 187-208
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Groups at risk: transphobia and pathologization of trans identities as categories of political-pedagogical analysis
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this paper we intend to evaluate and reinforce the importance of establishing conceptual foundations for a better understanding of the term ‘risk’, commonly used to mark vulnerable groups in the face of certain contexts. Therefore, we are interested in questioning the nomenclature ‘risk groups’, understanding that it has two dimensions that form the same problem for thinking about transphobia and its facets - the first, ethics, which would be responsible for naturalizing the place of subordination that trans people find themselves in; and the second, political (in the social and school spheres), which would empty the historical-political component that helps us to understand the structures of inequalities that cross and materialize differently in the bodies of trans subjects. To do this, we will use intersectional methodology and trans feminism as a way of recognizing the intersection of the system of violence that prevails in times of neoliberal capitalism, reducing bodies to goods and medicalizing all the processes of their lives and deaths.

    • português

      Neste artigo pretendemos avaliar e defender a importância de se estabelecer fundamentos conceituais para uma melhor compreensão do termo ‘risco’, comumente empregado para caracterizar grupos vulnerabilizados frente a determinados contextos. Nos interessa, portanto, questionar a nomenclatura ‘grupos de risco’, entendendo que o mesmo possui duas dimensões que formam um mesmo problema para se pensar a transfobia e suas facetas: a primeira, a ética, que seria responsável por naturalizar o lugar de subalternidade que pessoas trans se encontram; e a segunda, política (nos âmbitos sociais e escolares), que esvaziaria o componente histórico-político que nos auxilia a compreender as estruturas das desigualdades que atravessam e se materializam diferentemente nos corpos dos(as) sujeitos(as) trans. Para isso, recorreremos à metodologia Interseccional e ao Feminismo Trans como forma de reconhecimento do entrecruzamento do sistema de violências que vigora em tempos de capitalismo neoliberal, reduzindo corpos a mercadorias e medicalizando todos os processos de suas vidas e mortes.


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