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Ocorrência, contexto mineralógico e química mineral da brazilianita e seus depósitos em Minas Gerais

    1. [1] Universidade Federal de Minas Gerais

      Universidade Federal de Minas Gerais

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal de Ouro Preto

      Universidade Federal de Ouro Preto

      Brasil

  • Localización: Geociencias, ISSN-e 1980-900X, ISSN 0101-9082, Vol. 33, Nº 3, 2014, págs. 378-392
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Occurrence, mineralogical context and mineral chemistry of brazilianite and its deposits in Minas Gerais
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Brazilianite is a relatively rare gem phosphate mineral, yellow to greenish yellow, that was described in 1945 from samples of the Córrego Frio pegmatite (Divino das Laranjeiras county, Minas Gerais state), where several similar deposits were subsequently reported. Also in this State, another mineralized pegmatite occurs (Itinga county). Such pegmatites, studied in the present paper, were originated from some granitogenesis related to the Araçuaí Orogen, generally constituting small tabular bodies, with low differentiation degree. Chemical analysis by electronic microprobe in the mineral showed very homogeneous values for the different studied pegmatites, similar to the original description. Analyses on associated feldspars showed that the host pegmatites are B, Cs, Rb and Zr-poor, however, F-rich. One of them, Telírio Pegmatite, presents an anomaly in Li compared to the others. EPR and optical absorption studies indicated that the yellow component of the color is due to an absorption band in the near UV and its intensity is directly correlated with a localized O1- hole center. Different types of electron centers are responsible for the broad thermal annealing range of the mineral color; the greenish component is caused by a very broad absorption band in the red spectral range. In the studied deposits, brazilianite seems to be a secondary product of montebrasite alteration in a hydrothermal early stage (350-250°C)

    • português

      A brazilianita é um fosfato gemológico relativamente raro, amarelo a amarelo-esverdeado, descrito em 1945 em amostras coletadas no Pegmatito Córrego Frio (Divino das Laranjeiras, MG), onde vários depósitos similares foram depois reportados. No mesmo Estado, existe ainda outro pegmatito mineralizado, em Itinga. Tais pegmatitos, ora estudados, originam-se de granitogêneses relacionadas ao Orógeno Araçuaí, constituindo em geral corpos tabulares de pequeno porte, além de pouco diferenciados. Análises químicas com microssonda eletrônica no mineral revelaram valores muito homogêneos para os diversos pegmatitos estudados, semelhantes aos da descrição original; Análises sobre feldspatos associados mostraram que os pegmatitos hospedeiros são pobres em B (não turmaliníferos), Cs, Rb e Zr, mas ricos em F. Um deles, o Pegmatito Telírio, apresenta uma anomalia em Li em relação aos demais. A cor amarela do mineral, estudada por EPR e absorção óptica, deve-se a uma banda de absorção no UV próximo, e sua intensidade está relacionada com um centro O1- fixo, do tipo buraco. Diferentes tipos de centros de elétrons são responsáveis pela ampla faixa de estabilidade térmica da cor do mineral; o componente esverdeado é causado por uma extensa banda de absorção na região vermelha do espectro. Nos depósitos estudados, a brazilianita constitui um produto secundário de alteração da montebrasita, em estágio hidrotermal precoce (350-250°C)


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