Brasil
The present paper rereads a very well-known essay by Antonio Candido, “A educação pela noite”, bringing out its founding of critical patterns, but, at the same time, its limiting of the understanding of Brazilian Romanticism, once again read, here, as inadequate and acritical. Antonio Candido’s exam of Álvares de Azevedo fictional prose makes clear how difficult it is for the critic to allow our Romanticism a critical autonomy, even though the essay is still the most effective interpretative turn of Álvares de Azevedo’s work until the present moment
O artigo retoma um texto bastante conhecido de Antonio Candido, “A educação pela noite”, para tentar apontar o que há ali de crítica que funda paradigmas de leitura, ao mesmo tempo em que limita a compreensão do Romantismo brasileiro e reafirma a sua tão propalada inadequação e/ou acriticidade. Ou seja, na leitura feita da prosa de Álvares de Azevedo, é patente a dificuldade de atribuir uma autonomia crítica a nosso Romantismo, apesar do artigo ser, sem dúvida, a maior virada interpretativa na leitura da obra azevediana até o momento
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