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Hacerse etnógrafa en la cárcel: Reflexiones sobre el proceso teórico, metodológico y subjetivo de construir un problema de estudio

    1. [1] Universidad Nacional de Rosario

      Universidad Nacional de Rosario

      Argentina

  • Localización: Runa: archivo para las ciencias del hombre, ISSN-e 1851-9628, Vol. 42, Nº. 1, 2021 (Ejemplar dedicado a: Cuestiones, dilemas y desafíos metodológicos en investigaciones sobre seguridad pública, violencia(s) y activismos), págs. 209-226
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Tornar-se etnógrafa na prisão: Reflexões sobre o processo teórico, metodológico e subjetivo de construir um problema de estudo
    • Becoming an ethnographer at prison: Reflections on the theo-retical, methodological and subjective process of forming a research problem
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En este artículo pongo en consideración dilemas y decisiones metodológicas que fui asumiendo a lo largo de procesos de investigación y militancia en cárceles de la provincia de Santa Fe (Argentina) durante 10 años. Propongo analizar el ámbito carcelario en tanto espacio de construcción de un problema de investigación y de desarrollo de la práctica etnográfica, transversalizado en dos aspectos: por un lado, las decisiones respecto de la construcción de vínculos allí donde se evidencian marcadas disputas de poder entre sectores; por otro lado, los dilemas morales susceptibles de emerger en la investigación –y en particular en las mujeres investigadoras- en un ámbito eminentemente violento y desigual. Esta reflexividad contribuye a ponderar la importancia de tomar decisiones teóricas orientadas a generar lecturas amplias pero situadas del problema de estudio y a construir múltiples vínculos con personas que ocupan distintas posturas y posiciones en el campo etnográfico.

    • English

      In this article I consider dilemmas and methodological decisions which I have taken on throughout research and activism processes at prisons of the province of Santa Fe (Argentina) for 10 years. I propose to analyse the prison scenery as a field where to form a research problem and develop the practice of ethnography across two aspects: one is the decisions regarding how to build relationships where there are noticeable power struggles among areas; the other is the moral dilemmas likely to emerge in the research ¬¬ –particularly among women investigators– in an eminently violent and unequal environment. This reflexivity contributes to weigh the importance of making theoretical decisions pointing to produce a comprehensive yet localized approach of the problem under study and to build multiple relationships with people from diverse angles and positions within the ethnographic field.

    • português

      Neste artigo, eu considero os dilemas e decisões metodológicas que assumi ao longo dos processos de pesquisa e militância nas prisões da província de Santa Fé (Argentina) durante 10 anos. Eu proponho analisar o ambiente da prisão como um espaço para a construção de um problema de pesquisa e para o desenvolvimento da prática etnográfica, com transversalidade em dois aspectos: por um lado, as decisões relativas à construção de vínculos em que as disputas de poder entre setores tornam-se evidentes; por outro lado, os dilemas morais que podem surgir na pesquisa, e em particular nas mulheres pesquisadoras, em um ambiente eminentemente violento e desigual. Esta reflexão contribui para ponderar a importância da tomada de decisões teóricas orientadas para gerar leituras amplas, mas localizadas, do problema do estudo e para construir múltiplos vínculos com pessoas com diversas visões e posições diferentes no campo etnográfico.


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