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Fronteiras e trânsitos da espiritualidade: ceticismo e religiosidade na cultura intelectual da Primeira República brasileira

    1. [1] Estagiário Pós-Doutorando junto ao Programa de Pós GRaduação em História da UNiversidade Federal de Sergipe (PROHIS-UFS), bolsista PNPD.
  • Localización: Territórios e Fronteiras, ISSN-e 1984-9036, Vol. 12, Nº. 1, 2019 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Temático: “Tempo presente, história oral e imagens”), págs. 287-313
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • Este artigo trata da religiosidade na cultura intelectual brasileira durante a Primeira República. Segundo uma perspectiva debitária da história das sensibilidades e dos intelectuais, trata-se da maneira como a temática religiosa alterou-se profundamente entre as primeiras décadas da República e os anos posteriores à Grande Guerra. Destaca-se a passagem na cultura intelectual de uma relação geral distanciada, curiosa e, mesmo, cética, em relação ao religioso, que pode ser evidenciada pelos escritos de João do Rio (Paulo Barreto), para a afirmação de posicionamentos dogmáticos, intolerantes e engajados, especialmente na rearticulação do movimento católico que assumirá o papel de protagonista na história política, cultural e social brasileira entre os anos 1920 e 1930. Neste caso, a conversão ao catolicismo do intelectual Alceu Amoroso Lima torna-se um símbolo de tal transição.


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