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¿Es neutral el Banco de la República? Un análisis crítico de la reforma de 1991

    1. [1] Universidad Nacional de Colombia y Universidad Nacional de San Martín (Argentina)
  • Localización: Cuadernos de economía ( Santafé de Bogotá ), ISSN 0121-4772, Vol. 40, Nº. 82, 2021, págs. 113-136
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Is the Bank of the Republic neutral? A critical analysis of the 1991 reform
    • O Banco de la República é neutro? Uma análise crítica da reforma de 1991
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La reforma de 1991 al Banco Central se propuso crear una entidad autónoma e independiente de los intereses particulares y las lógicas políticas. Para ello, conformó una Junta Directiva, compuesta por técnicos, y restringió los préstamos al Gobierno con recursos de emisión. Aquí problematizamos el concepto de neutralidad, atribuido a aquella reforma, a fin de mostrar que la restricción de la emisión obligó a todos los agentes a buscar fuentes de financiamiento en el sistema financiero privado y, en consecuencia, provocó que estos quedaran sujetos a la lógica y los intereses del acreedor. Con esto, en últimas, queda en cuestión la supuesta neutralidad de la reforma.

    • English

      The 1991 Central Bank reform was addressed to create an autonomous and independent institution for the particular interests and political logic. To do so, a directorate comprised of technicians was organised, restricting government and private party loans with emission sources. In this paper we question the concept of neutrality, which is attributed to the reform mentioned. We show how the emission restriction forced all the agents to search for financing in the financial sector, leaving them subjected to the logic and interests of the creditor. This is why the neutrality of the reform is being questioned.

    • português

      A reforma de 1991 do Banco Central teve como objetivo criar uma entidade autônoma, independente dos interesses privados e das lógicas políticas. Para isso, formou um Conselho de Administração, formado por técnicos, e restringiu os empréstimos ao governo com recursos de emissão. Aqui problematizamos o conceito de neutralidade, atribuído àquela reforma, a fim de mostrar que a restrição à emissão obrigou todos os agentes a buscarem fontes de financiamento no sistema financeiro privado e, consequentemente, fez com que ficassem sujeitos à lógica e aos interesses do credor. Com isso, em última instância, a suposta neutralidade da reforma permanece em questão.


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